sábado, 17 de março de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

Movimento pela reforma da quadra da Praça dos Cajueiros - 12/03/2012










A reforma da quadra da Praça dos Cajueiros é mais do que necessária para o melhor aproveitamento das atividades que acontecem no local  (ginástica, capoeira e o futebol) e por isso, estamos na luta! Enviamos no ano passado (2011) um abaixo-assinado com cerca de 1.500 assinaturas à Prefeitura e não vamos desanimar e tão pouco desistir do nosso objetivo que é ver a nossa praça estruturada, proporcionando assim mais alegria e bem-estar às pessoas que dela usufruem para praticarem as atividades esportivas e de lazer.

Café da Manhã do Grupo de Ginástica em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher








Esse encontro é uma rotina no nosso grupo. Dessa vez, homenageamos as mulheres alunas, as amigas e todas as mulheres!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher / 8 de março

Hoje é um dia de reflexão sobre as lutas e movimentos da mulher pelo direito de ser respeitada, pela igualdade e, principalmente, de exercer a sua cidadania. A participação da mulher em diversos setores da sociedade tem sido uma prova de seu valor e competência. Somos fortes e devemos buscar as mudanças que ainda precisam acontecer e queremos!!



sábado, 3 de março de 2012


Os homens que não amam as mulheres

RUTH DE AQUINO



RUTH DE AQUINO  é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA)
Pode parecer incrível para muitos de nós, que vivemos em harmonia negociada com o outro sexo. Mas, no século XXI, ainda existe ódio sexista, latente ou escancarado. O que aconteceu na semana passada com a publicitária paulistana Renata Gervatauskas, de 35 anos, é um triste exemplo disso. Renata escreveu um post para o blog Mulher 7x7, em epoca.com.br. Contou ter desistido de um namorado potencial ao escutar dele: “Só falta dizer que lava, passa e cozinha bem. Vai ser a mulher perfeita. Aí, eu caso”. Ela não gostou da “brincadeirinha”. Eu também não gostaria. Acharia o cara um bobo.
Em seu texto, Renata defende a licença-paternidade por seis meses, concedida recentemente no Brasil pela primeira vez a um homem que perdeu a mulher no parto. É um precedente positivo, escreve Renata: “A gente ainda confunde o instinto materno com a obrigação de cuidar sozinha das crias”. A reação da maioria dos homens internautas foi um ataque pessoal, na tentativa de humilhar as mulheres em geral. “Foi um festival de ofensas gratuitas, que serviu como espelho de uma sociedade doentia”, disse ela.
Um internauta escreveu: “Feminismo já é um lixo social, se exagerado então fede”. “Aprendam, animais”, escreveu outro. “Vocês jamais irão se igualar aos homens. Perguntem às mães solteiras e independentes de hoje, que têm por volta de 35 anos, se elas não mudariam o jeito f... e independente delas se pudessem voltar no tempo. Nós, homens, não queremos resto dos outros. Nós queremos mulheres que nos respeitem como líderes do lar.”
“Qual é o problema de a mulher de hoje fazer tarefas domésticas que o restante fez ao longo de toda a história da humanidade?”, pergunta um outro. “Vocês reclamam de barriga cheia. As mulheres não tinham máquina para lavar roupas, esfregavam tudo na mão mesmo e não reclamavam da dependência dos seus maridos, porque elas sabiam bem do papel destinado a elas. Vocês hoje só têm o trabalho de colocar sabão em pó e depois colocar a roupa no varal. Feministas: vão tomar no olho do c…”
Esses comentários, alguns feitos na covardia do anonimato e outros assumidos com o próprio nome, não fazem jus à maioria dos homens atuais, que desejam casar com uma mulher inteira e educar os filhos plenamente. Mas o ódio nessas reações explica o absurdo número de estupros, a violência doméstica, o assédio moral, ainda hoje. Explica as Eloás da vida.
É incrível que, em pleno século XXI, ainda exista ódio sexista, latente ou escancarado  
Sou contra a vitimização das mulheres. Não acho as mulheres mais tristes que os homens – embora a gente reclame mais. Talvez tenhamos nos acostumado a perceber que nada cai de graça no nosso colo. Precisamos reivindicar, refletir e discutir. Não acho que o feminismo tenha traído a nenhuma de nós. Movimentos de emancipação trazem conquistas, não são um manual de felicidade, mas de liberdade. Liberdade para escolher o que é melhor para cada uma. Não somos um “blocão” homogêneo. O risco é trair a nós mesmas e aos homens, se continuarmos a criar nossas filhas como “princesinhas” e nossos filhos como “super-homens”. Esses papéis só existem na ficção, não cabem numa sociedade moderna, e definem, desde a infância, expectativas irreais para elas e para eles. Que geram frustração mais tarde.
Há 180 anos, em 1832, uma jovem do Rio Grande do Norte, Nísia Floresta Brasileira Augusta, de 22 anos, publicou Direitos das mulheres e injustiças dos homens. Ela casou aos 13 anos e abandonou o marido pouco depois. Voltou à casa dos pais. Sofreu com o estigma. Era fluente em várias línguas e instruída, num tempo em que mulheres no máximo sabiam ler e escrever. Teve dois filhos com um segundo companheiro. Um dos trechos de seu livro: “Se cada homem, em particular, fosse obrigado a declarar o que sente a respeito de nosso sexo, encontraríamos todos de acordo em dizer que nós nascemos para seu uso, que não somos próprias senão para procriar e nutrir nossos filhos na infância, reger uma casa, servir, obedecer e aprazer aos nossos amos, isto é, a eles, homens”.
Uma coisa é a mulher decidir ser mãe e dona de casa em tempo integral. Se assim é feliz, e seu companheiro também, parabéns. Sorte da mulher que, hoje, com recursos e instrução, pode decidir seu destino. Pode tentar ser bem-sucedida no trabalho, no amor e na família – um desafio duro, porém fascinante. Pode decidir quando engravidar. Pode decidir não ter filhos – e é o cúmulo que muitos a apedrejem por isso. Pode decidir não casar. Pode decidir se separar sem que a discriminem. Pode estudar, pode se apaixonar várias vezes, pode chegar à Presidência da República. É um desconsolo imaginar que ela ainda pode ser estuprada, discriminada, agredida e assassinada por homens que odeiam as mulheres.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Termina hoje (25/02) o horário de verão!

Horário de verão brasileiro termina neste sábado

Redução média do consumo no horário de 18h às 21h deve alcançar 5%




Halo solar, visto da Praia de Ipanema: relógios devem ser atrasados em uma hora
Foto: Mônica Imbuzeiro / Agência O Globo

Halo solar, visto da Praia de Ipanema: relógios devem ser atrasados em uma horaMÔNICA IMBUZEIRO / AGÊNCIA O GLOBO
BRASÍLIA – Termina à meia-noite deste sábado o horário de verão, que começou no dia 16 de outubro do ano passado. Os moradores da Bahia e das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste precisarão atrasar os relógios em uma hora. O horário de verão trouxe duas novidades desta vez: incluiu a Bahia e foi um pouco mais longo, pois acaba somente neste fim de semana, depois do carnaval. Normalmente, deveria terminar no terceiro domingo de fevereiro, mas o governo decidiu que, quando houver feriados, ele será prolongado por mais uma semana, como ocorreu este ano.
A expectativa do governo era que o horário de verão permitisse uma redução média de 5% da demanda no horário de ponta, entre 18h e 21h. Essa tem sido a média de economia dos últimos dez anos, cerca de 2.000 megawatts (MW) a cada ano; ou duas vezes a carga no horário de ponta de Belo Horizonte.
No horário de verão do ano passado, a economia nas regiões Sudeste e Centro-Oeste foi de cerca de 2.050 MW , o suficiente para abastecer uma cidade com quatro milhões de habitantes no horário de ponta. No Sul, a redução chegou a 600 MW, energia que poderia atender um município com um milhão de pessoas.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Voto feminino no Brasil faz 80 anos!

A conquista do voto através de lutas e movimentos retrata o quanto a mulher em sua história possui, admiravelmente, tamanha determinação e poder de superação. Eu acredito na força da mulher e principalmente, na urgência de termos mais representantes femininas na política. 
                                                       EU VISTO ESSA CAMISA!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

REUNIÃO PTB MULHER - Nova Iguaçu - 03/02/2012

Nossa primeira reunião tratou de interesses pertinentes e importantes para o fortalecimento do PTB Mulher no Município de Nova Iguaçu.
A participação das mulheres na política é um avanço e uma necessidade!
Temos que nos engajar em todos os setores de nossa sociedade, buscando com isso uma maior representação  feminina!Ainda temos muito o que avançar, mas acredito que a cada conquista estamos nos fortalecendo mais e assim, abrindo oportunidades para mulheres que lutam e tem ideais!
Parabéns a todas nós, mulheres!




  

Jornal do Brasil - País - STF confirma por unanimidade constitucionalidade da Lei Maria da Penha

Jornal do Brasil - País - STF confirma por unanimidade constitucionalidade da Lei Maria da Penha


Supremo decidiu que o agressor deve ser processado mesmo sem a denúncia da mulher.

Jô Moraes: CPMI poderá exigir ação do Estado.
Deputadas da bancada feminina e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher consideraram um marco a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que, nos casos de violência doméstica, o agressor deve ser processado mesmo sem a denúncia da companheira. Na quinta-feira (9), o Supremo entendeu que o Ministério Público pode entrar com a ação penal independentemente do consentimento da vítima.
Na opinião da coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a decisão do STF favorece a efetivação da Lei Maria da Penha (11.340/06), que impôs mais rigor na punição de agressores e estabeleceu mecanismos de proteção das mulheres.

domingo, 1 de janeiro de 2012

domingo, 25 de dezembro de 2011

Confraternização dos alunos da Capoeira- 22/12/11

Como não poderíamos deixar de fazer, realizamos uma roda de Capoeira com os nossos alunos e com amigos do grupo Caymã. Apesar do sol forte, a turma estava animada e participou ativamente do encontro. Todos entraram na roda e jogaram capoeira com disposição!
Nossas aulas de Capoeira acontecem na Praça dos Cajueiros às quintas-feiras, 15h.
Agradeço ao professor Vítor Leandro, professor Henrique ( foguete), professor Rafael ( professor de Futebol ), aos alunos e também ao Grupo Caymã pela colaboração e participação.
Um forte abraço a todos vocês!

Eu e minha mãe Terezinha ( eterna e imprescindível companheira)




 
Capoeira é para todas as idades!















E em 2012 estaremos juntos, dando prosseguimento a esse trabalho de tamanha importância social em nosso bairro!